Considere
r: x - y - 2 = 0 e \lambda: x^2 + (y - 1)^2 = 4
Sobre a posição relativa da reta r, em relação à circunferência λ, é correto afirmar que
Tente a questão primeiro. Use a resolução para conferir o raciocínio, não para substituir sua tentativa.
Considere
r: x - y - 2 = 0 e \lambda: x^2 + (y - 1)^2 = 4
Sobre a posição relativa da reta r, em relação à circunferência λ, é correto afirmar que
Tire o centro e o raio da equação de \lambda. Depois compare a distância do centro até a reta com o raio.

O que a questão quer de verdade: saber se a reta corta, toca ou não toca a circunferência.
• Circunferência: centro (0, 1) e raio 2.
• Reta: x - y - 2 = 0, com A = 1, B = -1 e C = -2.
Calcular a distância do centro à reta e comparar com o raio.
A armadilha: ler o centro com o sinal trocado. Em (y - 1)^2, o centro tem y = 1, e não -1. Com (0, -1), a distância cairia para cerca de 0,71, e a reta pareceria secante (D).
Como 2{,}12 > 2, a reta é externa e não toca a circunferência.
Por substituição: com x = y + 2, fica (y + 2)^2 + (y - 1)^2 = 4, ou seja, 2y^2 + 2y + 1 = 0. O discriminante é 4 - 8 = -4 < 0: não há ponto em comum ✓.
Por que as outras tentam: D é o que sai com o centro de sinal trocado. B seria o caso de distância igual ao raio; como 2{,}12 fica perto de 2, quem arredonda \frac{3}{\sqrt2} para 2 cai nela. A e E se contradizem: reta "interna" não existe (uma reta sempre sai do círculo), e reta externa não tem ponto em comum.
A reta é externa à circunferência e não há ponto de intersecção.