Durante cerca de 500 anos, o Brasil teve altas taxas de fecundidade, uma estrutura etária jovem e um elevado ritmo de crescimento populacional. Mas com a transição demográfica tudo isto mudou e, daqui para a frente, serão outros quinhentos, pois o país terá baixas taxas de fecundidade e um número de filhos cada vez menor. Em consequência, o número de nascimentos que estava em torno de 2,5 milhões de bebês em 1950, aumentou até o quinquênio 1981-1985 e começou a cair a partir de 1986. O gráfico abaixo, também com dados das projeções da Divisão de População da ONU, mostra que o número de nascimentos chegou a 2,7 milhões no início da década de 2020 e deve ficar abaixo de 2,5 milhões de nascimentos por volta de 2030. Desta forma, o número anual de nascimentos nas 7 últimas décadas do atual século deve ser sempre menor do que o número de bebês nascidos em 1950. O número de nascimentos deve ficar em 1,5 milhão de bebês em 2100.
Referência: IHU Unisinos — O futuro da fecundidade e da natalidade no Brasil. Acesso em: 10 de junho de 2024.
Fonte do gráfico: EcoDebate — O futuro da fecundidade e da natalidade no Brasil. Acesso em: 7 de abril de 2024.
Considere que no ano de 2022 o número de nascimentos no Brasil foi de 2.870.698. Supondo que o número de bebês nascidos está em queda de 1,8% ao ano, qual será o número aproximado de nascimentos no Brasil, no ano de 2028?
