Voltar para a lista · Fuvest 2024
Fuvest · 2024

Questão 34 — Fuvest 2024

Leitura de gráfico de linhas: taxas de homicídio de mulheres Fácil–média
Antes da resolução

Tente a questão primeiro. Use a resolução para conferir o raciocínio, não para substituir sua tentativa.

O Atlas da Violência, publicado em 2019 e organizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apresenta um estudo para melhor compreender a violência no país. Os dados que ali constam referem-se ao período de 2007 a 2017. Um dos capítulos desse documento trata, especificamente, da violência contra a mulher. O gráfico a seguir mostra a evolução da taxa de homicídios de mulheres (equivalente ao número de homicídios por 100 mil mulheres), de 2007 a 2017, no Brasil e nas três unidades federativas com as menores taxas em 2017.

Gráfico de linhas de 2007 a 2017, taxa de homicídios de mulheres de 0 a 6. Brasil (azul) sobe de cerca de 3,9 para 4,7. Distrito Federal (laranja tracejada) oscila entre 4,3 e 5,6 até 2013, cai para cerca de 4,1 em 2014, 3,8 em 2015, 4,1 em 2016 e 2,9 em 2017. Santa Catarina (verde) vai de cerca de 2,3 em 2007 a 3,1 em 2017. São Paulo (vermelha tracejada) vai de cerca de 2,8 em 2007, 2,7 em 2014 e 2,2 em 2016 a 2,2 em 2017.

Ipea/FBSP. Atlas da Violência, 2019.

De acordo com os dados apresentados, é correto afirmar:

(A)

Dentre as unidades federativas citadas, a que teve maior decréscimo na taxa de homicídios de mulheres no período entre 2014 e 2017 foi São Paulo.

(B)

As três unidades federativas indicadas tiveram um decréscimo na taxa de homicídios de mulheres em 2017 quando comparada com a taxa de 2007.

(C)

A taxa de homicídios de mulheres no Brasil em 2017 é maior que a soma das taxas das três unidades federativas apresentadas neste mesmo ano.

(D)

Dentre as unidades federativas apontadas, a que apresentou a maior taxa de homicídios de mulheres em 2017 é Santa Catarina, superando a taxa registrada nos demais estados da região Sul.

(E)

Dentre as unidades federativas mencionadas, a maior redução na taxa de homicídios de mulheres, entre 2016 e 2017, registrada na pesquisa ocorreu no Distrito Federal.