Segundo Alcindo Bastos da Silva Filho, promotor de justiça da Promotoria do Consumidor de Porto Alegre, o Ministério Público do Rio Grande do Sul recebeu mais de 500 denúncias de preços abusivos em todo o estado após o início das enchentes no final de abril.
Alguns itens básicos chegaram a ter um aumento exorbitante, como, por exemplo:
• Óleo de soja: preço normal a \text{R\$ 5}; chegou a ser encontrado a \text{R\$ 16};
• Feijão: preço normal entre \text{R\$ 5} e \text{R\$ 6}; foi encontrado a \text{R\$ 16};
• Saco de arroz: preço normal entre \text{R\$ 7} e \text{R\$ 8}; foi encontrado a \text{R\$ 12};
• Botijão de gás: preço normal a \text{R\$ 99}; passou a algo entre \text{R\$ 180} e \text{R\$ 200};
• Gasolina: preço normal entre \text{R\$ 5} e \text{R\$ 6}; chegou a \text{R\$ 8}.
Referência: adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/nacional/mp-registra-mais-de-500-denuncias-de-precos-abusivos-em-meio-as-enchentes-no-rs/. Acesso em: 17/06/2024.
Conforme as informações divulgadas, o valor de alguns itens básicos teve um acréscimo que impactou diretamente na alimentação diária tradicional da população, com os preços do litro do óleo de soja e o quilo do feijão subindo 220%, cada um, e o quilo do arroz 50%. Suponha que uma pessoa, durante esse período, comprou 2 quilos de feijão, 5 quilos de arroz e 2 litros de óleo. Ao fazer a compra, qual terá sido o aumento percentual total do valor final em relação ao preço pago pela mesma quantidade de ingredientes em um momento de estabilidade?